Desejos

Quando puxares
com seus dentes
do meu peito, os pelos
atenda meus apelos
ardentes
e não deixe de dar
umas mordidinhas
em meus mamilos
tão bom senti-los
pertencer-te





Venha
não te acanhes
e nem detenha-te
seja solícita
e contente
amante de alma
e corpo presente
sutil
faminta
e do mundo
ausente
Quero-te no cio
sentir o macio
de teus seios
e em devaneios
saciar minha sede
Deitar-te
em uma rede
amar-te
e dormir
fazer-te

Boa noite

Boi
Boi
Boi
Boi
da cara preta


Gilberto Maha®©

2 comentários:

POESIA CÁ E LÁ disse...

Sensualidade aguçada e retratada.

beijos ternruentos

Clau Assi

andrea disse...

Você antes de poeta ser...É um homem de verdade...Quanta sensibilidade e insensatez juntas!
Abraços!