CANA DE ENGENHO


Depois de sugar
sua boca
e sentindo-se
bem louca
conduz
minha língua
a percorrer
os seus seios
e você
sem receios
nos seus devaneios
em meus ouvidos
aos sussurros
arfar
pondo em sua língua
os sentidos
e em meus ouvidos
o que eu quero sentir
e escutar
Percorro
de sua barriga
ao umbigo
e você, rapariga
comigo
começa a viajar
E entre suas pernas
como num engenho
entre melaços
de cana
você bem sacana
a me lambuzar
Chegas
ao gozo profundo
esquecendo do mundo
deixando o engenho
a te esbagaçar

GilbertoMaha®©

Um comentário:

Rosi disse...

Gilberto, ler você é certeza de gozo intenso! Tuas palavras acariciam com maestria.
Beijos, meu amigo querido.